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Trabalhadores (as) da Conder protestam em estande da empresa no Centro de Convenções

20 de setembro de 20230 visualizações
Trabalhadores (as) da Conder protestam em estande da empresa no Centro de Convenções
Trabalhadores e trabalhadoras da Conder, com a liderança do SINTRACOM-BA e da ASCON, fizeram uma manifestação em frente ao estande da empresa, hoje (20/09), na Constru Nordeste - 1ª Expo Construção Civil Norte e Nordeste, que acontece no Centro de Convenções de Salvador, até a próxima sexta-feira, dia 22. O protesto é contra a postura inadequada da empresa na negociação salarial, que não cumpre os acordos salariais feitos com os trabalhadores (as) e ainda pediu reforço à Polícia Militar, para reprimir a manifestação que os trabalhadores (as) realizaram de forma pacífica e ordeira na porta da empresa, em Narandiba, na manhã da última segunda-feira, dia 18/09. Na manifestação de hoje, os empregados da Conder vestiram uma camiseta com a frase "A CONDER NEGOCIA, MAS NÃO CUMPRE OS SEUS ACORDOS". Os funcionários protestam contra o não-cumprimento, pela empresa, dos acordos coletivos de trabalho. Não cumpriu o acordo em 2021 e em 2022 não cumpriu parcialmente. E foi a própria direção da Conder, em reunião da Comissão Paritária de Negociação, no dia 10/09, que apresentou aos trabalhadores (as) a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho 2023 / 2024, que foi aprovada pela categoria em assembleia geral, no dia 11/09. Essa proposta foi encaminhada pela Conder para a SAEB, que fez a análise crítica e enviou para a Procuradoria Geral do Estado. A PGE retornou a proposta para a empresa e a Procuradoria desta, sem a participação da Comissão Paritária de Negociação, instituída pela presidência da Conder para esse fim (de negociação), fez alterações nos itens referentes ao PCCS (Plano de Carreira Cargos e Salários) e ao piso dos engenheiros e arquitetos, que já estava acordado com a presidência, alegando que a proposta causaria impacto financeiro. Porém, enquanto os trabalhadores (as) estão sem reajuste salarial, a Conder concedeu o reajuste de 95% aos seus diretores, no início deste ano. A categoria vai continuar mobilizada até que a empresa cumpra o que foi acordado.
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