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OAS Horto I: empreiteiras não pagam cesta As empreiteiras Real Pint, Real Luckes e Pintart, contratadas da OAS na obra do Villaggio Panamby, no Horto Florestal, não fornecem cesta básica há mais de oito meses. E ainda obrigam os trabalhadores (as) a assinarem documentos confirmando o recebimento do beneficio, com assédio moral e ameaças tipo “quem não assinar vai ser demitido”. Com os docu mentos, a Construtora libera as faturas. E o desrespeito não para por aí: trabalhadores (as) são demitidos (as) e as empreiteiras dizem que só pagam no Ministério do Trabalho. É um absurdo! O SINTRACOM-BA chama a atenção dos trabalhadores (as) para que não assinem nen hum documento sem receber o valor devido e vai denunciar à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). OAS Horto II: luta impede punição injusta Vejam só quantas irregularidades estão sendo cometidas nessa obra da OAS Villaggio Panamby. Um engenheiro da Torre 3 colocou o dedo da cara do encarregado que reclamou das péssimas condições de trabalho impostas aos trabalhadores (as). O encarregado foi punido com 15 dias de suspensão e o engenheiro não sofreu nenhuma advertência. O Sindicato agiu com o apoio dos trabalhadores (as), que ameaçaram parar a obra, e a direção da empresa teve que voltar atrás e retirar a suspensão. Fique de olho e denuncie!
A empreiteira RP Comércio e Construções faz o trabalhador assinar a rescisão e depois não paga os valores devidos. Esse absurdo continua acontecendo no canteiro de obras do Villaggio Panamby, no Horto Florestal. Atenção trabalhadores (as)! Fiquem alerta e não assinem papel em branco. Só assine rescisão com o din-din ou cheque na mão! O SINTRACOM-BA vai denunciar à SRTE e tomar as devidas providências. PCR não paga operários A empreiteira PCR abandonou as obras do condomínio Manhattan, na Avenida Paralela, e deixou 68 trabalhadores a “ver navios”, não deu baixa nas carteiras, nem pagou as rescisões. A OAS, empresa principal, está empurrando o problema “com a barriga” e diz que a PCR não tem nada a pagar. O SINTRACOM-BA não vai admitir isso. A OAS tem que assumir sua responsabilidade, pagar as verbas rescisórias e regularizar a situação. Operários em risco no Pelô A construtora MFP, contratada pela Sucom para a demolição de casarões com risco de desabamento no Pelourinho, está descumprindo a CCT e não fornece aos operários os EPI (Equipamentos de Proteção Individual). Como é que justamente um órgão público da Prefeitura, que fiscaliza o cumprimento das leis sobre uso e ordenamento do solo, permite que os trabalhadores executem serviços sem nenhum tipo de proteção, sem fardamento, em obras com alto grau de risco, sem nenhuma segurança? Isso é negligência com a vida dos trabalhadores (as)! A Sucom contrata empresas visando a redução de custos e esquece de garantir a vida dos traba-lhadores (as). O Sindicato vai acionar a SETRE (Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego e Renda). Munford aloja sem infra A empresa Munford Santana, que atua em diversas obras em Salvador, desrespeita os direitos dos trabalhadores e descumpre a CCT. Mantém 13 trabalhadores vindos de Feira de Santana e Cruz das Almas em uma casa no bairro de Mussurunga, sem geladeira, com camas feitas com barrotes, sem condições de higiene e qualquer infraestrutura. Os diretores do Sindicato estiveram no local, para reivindicar melhores condições de instalações para os trabalhadores, mas a direção da empresa não quer colaborar. Isso não pode continuar acontecendo. Vamos denunciar à SRTE e à Vigilância Sanitária. Vitória do Sindicato! No dia 16/07, a direção do SINTRACOM-BA mediou acordo realizado entre 48 trabalhadores das empreiteiras Dulce Barbosa Lima e Joseval Silva Xavier Serviços de Pintura e a empresa principal, a Austrália.
As empreiteiras demitiram os trabalhadores sem pagar os 40% do FGTS, nem liberar documentos para o seguro desemprego. O Sindicato recusou os argumentos dos patrões, Que isso sirva de alerta: se a empreiteira contratada não assume os compromissos com os (as) trabalhadores (as), quem arca com os pagamentos é a empresa contratante da “gata. É isso aí companheiros! Quem luta, conquista! Queixas na Graute Por incrível que possa parecer, em pleno século XXI, ainda há empresários que tratam os (as) trabalhadores (as) como se fossem escravos. A Graute Empreendimentos, obra do Centro de Convenções, no Jardim Armação, obriga os operários a fazer hora extra e não pagam os valores devidos e, quando os (as) trabalhadores (as) vão cobrar os direitos que estão na CCT, são ameaçados de demissão. Há um indivíduo que se apresenta como “responsável” pela obra e exige que todos trabalhem até 21 horas (9 h da noite). Porém, não disponibiliza nem jantar, nem lanche. Quando os operários reclamam seus direitos, o cabo de turma suspende por três dias. Um absurdo! O canteiro de obras é uma lástima e está sem condições nenhuma de higiene e alojamento. Não há um banheiro decente, nem vestiário... é tudo “armengado”, para a empresa dizer que fez. A direção do SINTRACOM-BA lembra que está na Cláusula 47ª da CCT que as instalações sanitárias devem ter lavatórios, vasos sanitários, mictórios, chuveiros, vestiários e materiais de higiene. O Sindicato exige que essas irregularidades sejam corrigidas e vai encaminhar a denúncia à SRTE.
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